segunda-feira, 2 de maio de 2011

Devaneios de uma noite de outono!

A palavra felicidade devia ser sinônima de liberdade. Liberdade é pensar como bem quer. É ser como bem quiser. É amar de um jeito só seu. É amar do meu, do seu, do nosso jeito.  Liberdade e o ápice. E o lápis que escreve a história. E memória. Passado e Presente. E o futuro, só Deus sabe... Não se apaga, não se nega. Apega, afaga, e vive. Viver ultrapassa qualquer limite. Transmite, insiste em ser, poder. Transpira, respira, responde. Esconde o coração. Que horas são? Oração, apego, apreço. É mistério, estéreo, sem volta, sem vida. Revida. É fogo que queima, é saudade que mata, é cinza que renasce. Teima. Teorema. Inverso, imerso no amor, na cor, no sabor. Simplifica o que e amor? Simplifica seja lá o que for... DOR. Saudade. Repetir, refletir, insistir. Enfim... fim!

*Texto meu e do Thiago Francisco Quintao Miranda, num sabado a noite, sob o efeito do alcool.