"O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho.”
__________________________________________________________________
Eu diria que o amor nasce dos sorrisos, da alegria espontânea do dia-a-dia, da grandeza das pequenas coisas, dos pequenos gestos.
O amor nasce das palavras não ditas, das trocas de olhares, da cumplicidade.
O amor nasce do companheirismo, da entrega.
O amor nasce da confiança. Nasce dos passeios, das conversas nos bancos das praças.
O amor nasce da simplicidade. Da naturalidade.
Nasce das conversas jogadas fora, das palavras sem sentido, imcopreendidas.
O amor nasce de fotografias antigas, de cartas guardadas.
Nasce de flores guardadas em livros, de cicatrizes em árvores.
O amor nasce de uma folha que cai e voa com o vento. Sem destino.
Nasce das águas de um rio que corre, das ondas do mar que se levantam.
O amor é o encontro.
De duas almas.
De dois corações.
De duas vontades.
De duas entregas.
O amor é diferente da matemática. (O amor é 2 que se torna 1)
O amor é união. É divisão.
O amor é raiz.
E o que alimenta esse amor, além do próprio amor, é a vontade de amar cada dia mais.
Naturalmente. Inconscientemente. A vontade de amar... que nos faz alçar voos, pular de encontro com a liberdade. Pois o verdadeiro amor não prende, não controla, nada espera. Simplesmente acontece, e flui.
Amor.
Anel de côco, água doce, areia e paz.
Pétala de flor. Tranquilidade.
Amor. Simples assim.
sábado, 3 de abril de 2010
Sobre mim
''Pinto a mim mesma porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor.''
''Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?''
A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos.
O quadro é único, a moldura é que é diferente.
Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....
Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...
O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
_______________________________________________________________________________
Freud, Frida, Almodovar, Florbela
Fulano, Beltrano, João e Raimundo
São tantos no mundo
que me descrevem, que me enxergam como sou.
Como sou...
Me sinto assim, desconhecido,
mas ao mesmo tempo, concebido
sem lamento, sem drama, explícito, exposto.
Composto como uma melodia,
Pintado em um quadro com cores mexicanas
Melodramáticas
Pragmáticas
Freudianas
Me sinto frases encaixadas
rimadas
Sentidas na alma de algum artista
Lispector
Espectro
Reflexo
Impressão
Abaporu
Descobrimento
Incognita
Interrogação
Eu próprio, por mim mesmo!
Sou imaginação
Sou sentimento
Sou furacão
Um turbilhão
Mudança
Sou o infinito limitado
Sou o vento
Sou o que quero
Sou o que sou.
Eu próprio, por mim mesmo!
''Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?''
A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos.
O quadro é único, a moldura é que é diferente.
Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....
Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...
O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
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Freud, Frida, Almodovar, Florbela
Fulano, Beltrano, João e Raimundo
São tantos no mundo
que me descrevem, que me enxergam como sou.
Como sou...
Me sinto assim, desconhecido,
mas ao mesmo tempo, concebido
sem lamento, sem drama, explícito, exposto.
Composto como uma melodia,
Pintado em um quadro com cores mexicanas
Melodramáticas
Pragmáticas
Freudianas
Me sinto frases encaixadas
rimadas
Sentidas na alma de algum artista
Lispector
Espectro
Reflexo
Impressão
Abaporu
Descobrimento
Incognita
Interrogação
Eu próprio, por mim mesmo!
Sou imaginação
Sou sentimento
Sou furacão
Um turbilhão
Mudança
Sou o infinito limitado
Sou o vento
Sou o que quero
Sou o que sou.
Eu próprio, por mim mesmo!
Talvez
Como um passaro filhote que cai indefeso do ninho, me sinto indefeso diante do amor.
Indefeso ou defensor.
Defensor de mim mesmo.
Defensor dos meus desejos, dos meus sentimentos, do meu coração.
Ja basta dessa solidão partilhada, dessa presença solitária.
Desse incômodo passar dos segundos, minutos, horas, dias...
O relogio nao para.
A vida para um dia.
Enquanto isso vou levando, vivendo, tentando fazer dos meus dias nublados,
dias de sol, com calor, amor, cor e sabor.
Viver para mim mesmo.
Voar com minhas próprias azas.
Aproveitar os sabores que não experimentei.
Conhecer. Descobrir... RENASCER
Hoje não quero falar de amor, talvez amanhã!
E pra que falar de amor, se no silêncio existe mais amor que nas palavras?
Admiro a beleza do não dito, do simplesmente sentido.
Do sincero.
O silêncio não esconde. Ele fala por si só.
Indefeso ou defensor.
Defensor de mim mesmo.
Defensor dos meus desejos, dos meus sentimentos, do meu coração.
Ja basta dessa solidão partilhada, dessa presença solitária.
Desse incômodo passar dos segundos, minutos, horas, dias...
O relogio nao para.
A vida para um dia.
Enquanto isso vou levando, vivendo, tentando fazer dos meus dias nublados,
dias de sol, com calor, amor, cor e sabor.
Viver para mim mesmo.
Voar com minhas próprias azas.
Aproveitar os sabores que não experimentei.
Conhecer. Descobrir... RENASCER
Hoje não quero falar de amor, talvez amanhã!
E pra que falar de amor, se no silêncio existe mais amor que nas palavras?
Admiro a beleza do não dito, do simplesmente sentido.
Do sincero.
O silêncio não esconde. Ele fala por si só.
Talvez
Hoje não quero falar de amor.
Basta-me falar de pássaros, sem me lembrar dos ásperos sentimentos calados, amarrados, comprimidos pelo querer falar em amar.
Hoje falo de sol, calor, fogo. Falo de afago, carinho e sonho. Mas, falo distante do amor. Distante daquele sol que mancha, do calor que nos faz suar, do fogo que queima, do amor que sofre. Falo dos afagos sutis de um olhar que sonha sem cobrar carinho.
Falo hoje, amanha não sei e o ontem já foi.
Agora existem vertigens que rodeiam o meu coração, hoje calmo, ontem desesperado e amanha mistério! Isso já não me assusta mais, apenas me instiga a querer sentir tudo outra vez.
Alegria, alegria, alergia. Coração, coração, frustração. Sonho, sonho, sonho.
Vamos, o agora quer partir, o amanha chegar e o ontem descansar.
O amor sofrer, a lágrima escorrer, o coração bater e o pássaro voar.
Acabo de dizer que pro amor não quero mais viver. MORRO VIVO, MORTO e VIVO.
Hoje não quero falar de amor, talvez amanha.
Basta-me falar de pássaros, sem me lembrar dos ásperos sentimentos calados, amarrados, comprimidos pelo querer falar em amar.
Hoje falo de sol, calor, fogo. Falo de afago, carinho e sonho. Mas, falo distante do amor. Distante daquele sol que mancha, do calor que nos faz suar, do fogo que queima, do amor que sofre. Falo dos afagos sutis de um olhar que sonha sem cobrar carinho.
Falo hoje, amanha não sei e o ontem já foi.
Agora existem vertigens que rodeiam o meu coração, hoje calmo, ontem desesperado e amanha mistério! Isso já não me assusta mais, apenas me instiga a querer sentir tudo outra vez.
Alegria, alegria, alergia. Coração, coração, frustração. Sonho, sonho, sonho.
Vamos, o agora quer partir, o amanha chegar e o ontem descansar.
O amor sofrer, a lágrima escorrer, o coração bater e o pássaro voar.
Acabo de dizer que pro amor não quero mais viver. MORRO VIVO, MORTO e VIVO.
Hoje não quero falar de amor, talvez amanha.
Grade Prende
O mar é grande
O amor é grade
O mar se expande
O amor te prende
Mar de amor
Amor de amar
Mar de dor
Dor de amar
Sabor e cor
Azul e sal
Mar e amor
Cartão postal
O amor é grade
O mar se expande
O amor te prende
Mar de amor
Amor de amar
Mar de dor
Dor de amar
Sabor e cor
Azul e sal
Mar e amor
Cartão postal
Descobertas Cotidianas
Engraçado como a vida muda a cada dia que passa. E nos muda junto com ela como se fôssemos marionetes, massas de modelagem. Brinquedos.
Quando crianças aprendemos que QUERER = PODER.
Logo que crescemos e passamos a ver realmente como acontem as coisas, descobrimos que todos os ensinamentos, principalmente esse, são totalmente errados.
QUERER ≠ PODER.
E ilude-se quem pensa que PODER = TER.
Tantas vezes queremos tantas coisas, lutamos de todas a formas para conseguí-las, e depois, um dia, quando conseguimos, descobrimos que não podíamos tê-las. Ou que não queríamos tê-las mais. Ou que não poderíamos mantê-las.
É complexo. É confuso.
Mas viver é verbo complexo.
Vir-ver.
É vir para uma experiência, para algo desconhecido.
É ver que quando pensamos que sabemos tudo simplesmente não sabíamos nada!
Ontem ouvi de alguém que o que nos faz viver é a inveja.
Que a inveja é um sentimento gostoso, que nos impulsiona, que nos anima, que nos faz querer.
A inveja é melhor (e maior) que o amor.
O amor nos deixa estagnados, parados, compassivos.
A inveja nos movimenta, atiça o desejo e nos faz correr atraz de coisas para depois nos fazer voltar ao mesmo ponto que começamos aqui.
QUERER ≠ PODER.
PODER ≠ TER.
Eu quero mas não posso.
Eu posso mas não tenho.
Eu tenho mas ja não quero mais.
Esse ciclo que movimenta nossa vida, que nos faz desejosos de novas experiências, de novos sabores.
Esse ciclo que nos motiva, que nos decepciona.
Esse ciclo é vicioso. É constante.
É por isso que deixo de divagações, de ilusões, de desejar e vivo.
Vivo a rimar... com rima de sentimentos.
Quando crianças aprendemos que QUERER = PODER.
Logo que crescemos e passamos a ver realmente como acontem as coisas, descobrimos que todos os ensinamentos, principalmente esse, são totalmente errados.
QUERER ≠ PODER.
E ilude-se quem pensa que PODER = TER.
Tantas vezes queremos tantas coisas, lutamos de todas a formas para conseguí-las, e depois, um dia, quando conseguimos, descobrimos que não podíamos tê-las. Ou que não queríamos tê-las mais. Ou que não poderíamos mantê-las.
É complexo. É confuso.
Mas viver é verbo complexo.
Vir-ver.
É vir para uma experiência, para algo desconhecido.
É ver que quando pensamos que sabemos tudo simplesmente não sabíamos nada!
Ontem ouvi de alguém que o que nos faz viver é a inveja.
Que a inveja é um sentimento gostoso, que nos impulsiona, que nos anima, que nos faz querer.
A inveja é melhor (e maior) que o amor.
O amor nos deixa estagnados, parados, compassivos.
A inveja nos movimenta, atiça o desejo e nos faz correr atraz de coisas para depois nos fazer voltar ao mesmo ponto que começamos aqui.
QUERER ≠ PODER.
PODER ≠ TER.
Eu quero mas não posso.
Eu posso mas não tenho.
Eu tenho mas ja não quero mais.
Esse ciclo que movimenta nossa vida, que nos faz desejosos de novas experiências, de novos sabores.
Esse ciclo que nos motiva, que nos decepciona.
Esse ciclo é vicioso. É constante.
É por isso que deixo de divagações, de ilusões, de desejar e vivo.
Vivo a rimar... com rima de sentimentos.
Fluir da Alma
Minha alma escorre pelos poros como líquido.
Lânguido caio, como a chuva que respinga.
Pinga. Choraminga.
Choro.
Sentidos que me envolvem.
Sentimentos. Tormentos.
Terremoto.
Me esgoto, me amarroto.
Danço, canso!
Me detono. Perco o trono.
O tronco que me sustenta, arrebenta.
E me lança como lança, flexa.
Me deixa!
Minha alma escorre pelos poros.
Feito ouro.
Touro. Tesouro.
Me reflete nesse flerte.
Inerte.
Me liberta.
Sou poeta, sou azas e grito.
Vento, acalanto, lamento.
Sou tufão, furacão. Metamorfose.
Estrela cadente. Carente. Demente.
Coração. Pulsante. Latente. Radiante.
Me toma e me ama!
Me esparrama.
Sou líquido que flui e derrama.
Lânguido caio, como a chuva que respinga.
Pinga. Choraminga.
Choro.
Sentidos que me envolvem.
Sentimentos. Tormentos.
Terremoto.
Me esgoto, me amarroto.
Danço, canso!
Me detono. Perco o trono.
O tronco que me sustenta, arrebenta.
E me lança como lança, flexa.
Me deixa!
Minha alma escorre pelos poros.
Feito ouro.
Touro. Tesouro.
Me reflete nesse flerte.
Inerte.
Me liberta.
Sou poeta, sou azas e grito.
Vento, acalanto, lamento.
Sou tufão, furacão. Metamorfose.
Estrela cadente. Carente. Demente.
Coração. Pulsante. Latente. Radiante.
Me toma e me ama!
Me esparrama.
Sou líquido que flui e derrama.
Amanhecer
Manhã desperta. Novo dia. Alegria. Vida. Viver.
Depois de um dia de chuva que lava a alma. Renascer.
Noite de sono, de abandono. Crescer. Aprender.
Nova manhã. Sabor café. Sobreviver. De pé. Com fé.
Reinventar. Acreditar. Planejar. Confiar. Amar.
Se entregar ao novo dia. Calor.
Amor sem dor. Só saudade.
Mas saudade é amor. Ausência. Paciência.
É querência. Carência.
Novidade. Novo dia.
Nuvem branca, céu de anil.
Até que enfim o sol desponta neste ponto do Brasil.
Depois de um dia de chuva que lava a alma. Renascer.
Noite de sono, de abandono. Crescer. Aprender.
Nova manhã. Sabor café. Sobreviver. De pé. Com fé.
Reinventar. Acreditar. Planejar. Confiar. Amar.
Se entregar ao novo dia. Calor.
Amor sem dor. Só saudade.
Mas saudade é amor. Ausência. Paciência.
É querência. Carência.
Novidade. Novo dia.
Nuvem branca, céu de anil.
Até que enfim o sol desponta neste ponto do Brasil.
Derreter
E o mundo se dissolve, derrete, cai. São lágrimas que choram a saudade, a falta, a distância, a ausência.
Sono que não vem. Rolo. Reviro. Suspiro.
Ninguém...
Saudade invade. Arde. Fere.
Noite longa como a distância que te tem.
Quando vem? Logo.
Me afogo na dor que me faz refém.
Me tem. Sou teu, meu bem!
___________________________________
Ta chovendo, to carente... Quero colo, beijo,
calor, carinho... Trufa e Coca.
Desejo... Sexo.
Quero tanto que nem sei o que mais quero.
Mania de rima. Difícil... Vício. Ócio. Ofício.
Enfim... FIM!
Sente falta de mim?
Sono que não vem. Rolo. Reviro. Suspiro.
Ninguém...
Saudade invade. Arde. Fere.
Noite longa como a distância que te tem.
Quando vem? Logo.
Me afogo na dor que me faz refém.
Me tem. Sou teu, meu bem!
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Ta chovendo, to carente... Quero colo, beijo,
calor, carinho... Trufa e Coca.
Desejo... Sexo.
Quero tanto que nem sei o que mais quero.
Mania de rima. Difícil... Vício. Ócio. Ofício.
Enfim... FIM!
Sente falta de mim?
Partida
Avistei um caminho pela frente e parti. Fui sem saber onde chegar porque tinha o desejo correndo em minhas veias.
Não resisti. Corri e como uma fênix, alcei voo. Abri minhas asas e mergulhei. Me entreguei na queda que me oferecia liberdade.
Parti. Mundo imenso, ouro preto. Mundo rico. Fico aqui.
As nuvens oferem um convite. Branco. Franco. Sou distância. Sou saudade. Liberdade. Intensidade. Vontade. Amizade.
Olho em volta. Volta.
Sou fogo. Sou fênix. Chamas. Cinzas. Renasço. Retorno. Aprendo a voar. Subo e volto. Alto. Altar. Amar. Rimar... com rima de sentimentos.
Não resisti. Corri e como uma fênix, alcei voo. Abri minhas asas e mergulhei. Me entreguei na queda que me oferecia liberdade.
Parti. Mundo imenso, ouro preto. Mundo rico. Fico aqui.
As nuvens oferem um convite. Branco. Franco. Sou distância. Sou saudade. Liberdade. Intensidade. Vontade. Amizade.
Olho em volta. Volta.
Sou fogo. Sou fênix. Chamas. Cinzas. Renasço. Retorno. Aprendo a voar. Subo e volto. Alto. Altar. Amar. Rimar... com rima de sentimentos.
Amar-elo
Amar.elo. Elo de amar. Amor-solidão. Elo com o passado ligado ao que se sente. Desligado?
Impedido.
Amor e dor. Amor é dor. Se for, não sei!
Dói.
Solidão prende. Amor não! Amor é liberdade. É o bater de asas, é o cantar, é o correr do rio por entre as pedras. Perdas? É o vento que sopra.
É solidão.
Amar.elo.
Ou é cor, nuvem ou amor... Amor que pinta com cores de aquarela as querelas que na vida passam como nuvens e sonhos que voam como pássaros de fogo que se incendeiam nessa imensidão azul. Amor azul, vermelho fogo. Fogo que cresce dentro de mim. Azul. Azul da alma. Coração. Fogo e lágrima. Vida. Amar.elo. Saudade da solidão e do medo de amar que se esconde no mar que vive em mim.
Amar.elo. Cor de amar é vermelho. Amor tapa os olhos. Amarelo abre o coraçao. Amarelo e vermelho. Cor de fogo... PAIXAO.
Impedido.
Amor e dor. Amor é dor. Se for, não sei!
Dói.
Solidão prende. Amor não! Amor é liberdade. É o bater de asas, é o cantar, é o correr do rio por entre as pedras. Perdas? É o vento que sopra.
É solidão.
Amar.elo.
Ou é cor, nuvem ou amor... Amor que pinta com cores de aquarela as querelas que na vida passam como nuvens e sonhos que voam como pássaros de fogo que se incendeiam nessa imensidão azul. Amor azul, vermelho fogo. Fogo que cresce dentro de mim. Azul. Azul da alma. Coração. Fogo e lágrima. Vida. Amar.elo. Saudade da solidão e do medo de amar que se esconde no mar que vive em mim.
Amar.elo. Cor de amar é vermelho. Amor tapa os olhos. Amarelo abre o coraçao. Amarelo e vermelho. Cor de fogo... PAIXAO.
Solidão
A solidão me faz cócegas, enquanto o calor da campainha me aquece a alma. A solidão faz parte de todas minhas listas negras. Porém, no amor me esqueço dela. O amor é movido pela saudade. A saudade é movida pela solidão, pelo momento que passou. E o que passou pelo amor que se viveu sentido na solidão que se vive agora.
A solidão é o telefone que não toca, a mensagem que não recebe, a carta que não se envia, o beijo que não mais se dá. E amor? Será que ultrapassa aquele bom dia quando nem se acordou direito, um sorriso, um abraço de “Que bom que está aqui”, um olhar de “eu presto atenção em você”, um pedido de desculpa, a saudade do cheiro, do toque do beijo?
Saudade, amor, solidão. Saudade daquele amor, saudade da solidão, solidão no amor, solidão por sentir saudade. Se ama quando se está só, ou apenas se ama quando amando não nos sentimos assim: sozinhos?
A solidão é o telefone que não toca, a mensagem que não recebe, a carta que não se envia, o beijo que não mais se dá. E amor? Será que ultrapassa aquele bom dia quando nem se acordou direito, um sorriso, um abraço de “Que bom que está aqui”, um olhar de “eu presto atenção em você”, um pedido de desculpa, a saudade do cheiro, do toque do beijo?
Saudade, amor, solidão. Saudade daquele amor, saudade da solidão, solidão no amor, solidão por sentir saudade. Se ama quando se está só, ou apenas se ama quando amando não nos sentimos assim: sozinhos?
Incertezas
É a certeza do incerto que me move pra mais perto. É o gosto do proibido que mexe com a libido e me esquenta, me atenta, me invade. Você corre, eu grito e fico aceso. Espero o toque, o choque, o relampago que ilumina, que fascina. Me inclina. Rumina esse desejo... de beijo, de ter, de ser. Querer é poder. Quero. Espero. Olho e sonho. Mólho. Posso. Tenho. Vem... Aqui. Me toca. Me sente. Tente... Me prende!
Incerteza. Impureza. E como lava eu escorro. Morro. E sumo!
Incerteza. Impureza. E como lava eu escorro. Morro. E sumo!
Como Faz?
Caminhos, encruzilhadas. Seguir andando para onde nao sei chegar. Ficar feliz, sorrir, viver. Correr por medo de ficar e morrer. Voar. Andar sobre o mar. Viver. Pensar em sair e ficar. Pensar em ficar e sair. Partir. Sumir. Decidir voltar. Duvidar. Esperar e continuar seguindo pelo caminho encruzilhada. Volta. Solta essa dor. Flor. Cai os pingos de chuva e lava. Larva. Casulo que abre e voa. Borboleta. Bicicleta. Rodas que giram no mundo. Imundo. Sem fundo. Imensidão. Assim segue o seco no beco que o amor partiu e sumiu. Purufica, intensifica. Nexo? Complexo. Assim é o amor.
Morrer de Amor
Não mando no coração faz tempo, agora nem nos olhos mais eu tento. Estou sem controle do que para de bater e do que insiste em fechar e não ver. Dificil é aceitar o perder das coisas, dos sentimentos, das lembraças. O amor se conquista, assim como se perde, se sente assim como se mata...
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